Sexo não é besteira!

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Por Denis Le Senechal Klimiuc

Sexo parece ser coisa de quem só pensa besteira, de quem parece viver na safadeza e, por isso, não pode ser considerado alguém normal. Mais do que algo profano ou indecente, sexo é uma das práticas físicas (e mentais, diga-se de passagem) mais naturais que o ser humano possui e, só por isso, já deveria fazer parte de muito mais rodas de discussão e conversas de fim de expediente do que faz. Por isso, o Na Mosca esclarecerá, neste texto, alguns aspectos importantes que você, eu e todos nós devemos saber.

Se você nunca fez, não pense que isso é a pior coisa do mundo. Sexo faz parte da vida, sim – é assim que conseguimos gerar nossos filhos, afinal de contas! – mas, além disso, é um processo que acompanha a vida de todo ser humano e, por isso, independente de qual cultura você está inserido, é algo que deve ser feito quando houver preparo. Por isso, nada de ir pela ideia de outras pessoas só para fazer acontecer!

Por outro lado, se você já fez, deve saber que existe algo além do prazer e carinho que há entre duas pessoas quando há sexo envolvido: sim, estou falando de proteção. Pois, infelizmente, há um jeito de atrapalhar muito a vida de uma ou mais pessoas quando não há o mínimo de responsabilidade em uma relação sexual e, por isso, torna tudo tão perigoso e até mesmo decadente.

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Pois transar sem proteção é bater na porta de diversas doenças que, muito piores do que o desespero de uma gravidez indesejada, torna a vida de quem a tem algo extremamente tênue, entre o possível fim e o aproveitamento da vida. Então, seja adepto daquele velho termo popularizado no filme “Sociedade dos Poetas Mortos (1989), quando o professor interpretado pelo saudoso Robin Williams profetizava nossos tempos com seu famoso “Carpe Diem” – e desde então aproveitar o dia deixou de ser algo banal e se tornou filosofia de vida das próximas gerações, como a minha e a sua.

Aproveite o dia, portanto, e seja consciente de seus atos. Seja você alguém que pratica sexo regularmente ou não, tenha consciência do valor que sua vida tem. Seja esperto e honesto consigo mesmo e respeite todas as possibilidades que seu futuro lhe reserva. Fazer sexo com proteção é, sim, resguardar toda a grandeza que seu futuro possui e, diante de tantas ameaças, como a Aids, que bate à nossa porta a todo momento, que tal usar a boa e velha camisinha e garantir o suspiro de prazer ao invés do desespero da preocupação?

Por isso, a Etec de Sapopemba dá alguns passos para você e oferece, em seu ambiente escolar, o suporte necessário para que Doenças Sexualmente Transmissíveis não aterrorizem sua vida – algo muito valioso para a escola. Você pode contar, desde o início da semana passada, com um repositório repleto de camisinhas para garantir a você a responsabilidade para o sexo ser ainda mais prazeroso. Afinal, nada de grilo em um momento tão importante como esse, né?!

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A situação do emprego na região da Fazenda da Juta

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Por Marcos Antonio Araujo

“Nesse lugar, eu só venho para dormir”. Essa frase sintetiza o sentimento que é morar na região da Fazenda da Juta. Por ser considerada uma cidade dormitório, a mesma não gera renda e empregos de forma acentuada para seus moradores. Verificamos que os empregos gerados na região são, em sua maioria, de equipamentos públicos e do comércio. Isso faz com que seus moradores se locomovam a grandes distâncias para buscar o seu sustento, diminuindo, assim, a qualidade de vida e aumentando a lotação do transporte coletivo, além de diminuir a circulação de capital em seu espaço. Então, como podemos gerar empregos na região e torná-la mais dinâmica social e economicamente?

Com isso, devemos ter em mente que sem a união dos diversos atores sociais (moradores, comércio, órgãos públicos) não chegaremos ao objetivo alcançado. Primeiramente, temos que proporcionar um ambiente seguro para atrair capital e investimentos externos, adotando políticas públicas e privadas na área de segurança, para que a região seja um ambiente propício na instalação de novos empreendimentos empresariais e, por consequência, um público disposto a gastar seu dinheiro na região.

Para agregar, pensamos num setor que vem sento utilizado por muitas cidades brasileiras para aquecer sua economia local, gerando renda e emprego – e esse setor é a cultura. Vimos que a cultura está na culinária, na moda, no artesanato e nos eventos culturais, está em tudo o que o ser humano produz. A cultura transformaria a região e isso geraria um círculo virtuoso positivo de investimentos, renda e empregos.