A crise está aí. Que diferença faz?

crise_na_mosca

Por Denis Le Senechal Klimiuc

O Brasil vive uma de suas maiores crises, isso ninguém pode esconder. Desde que saiu das garras da ditadura e conquistou a democracia através do voto popular, o país passou por momentos críticos, que culminaram em quebra de orçamentos familiares por todo o território nacional. Porém, hoje, após passar por alguns anos de crescimento ligeiramente vertiginoso, a nação brasileira se vê diante de uma crise até então inédita: aquela na qual a expectativa é quebrada após a esperança de um bom futuro econômico ser criada. Agora a crise está aí. Que diferença faz?

Após o Real ser criado e inicialmente igualado ao Dólar, o país criou uma nova geração econômica. Em uma época na qual o desespero da inflação assombrava famílias de maneiras diferentes do início ao término de um simples dia, os brasileiros se viram em um novo país: a promessa do equilíbrio de dívidas externas e de uma economia fortalecida fez com que o povo acreditasse em um futuro melhor.

No início do novo milênio, então, o país enfrentou uma nova safra de promessas de um futuro melhor. De fato, o país cresceu e foi deixado de ser apenas de Terceiro Mundo, passando a integrar diversos grupos econômicos cuja finalidade era discutir as raízes e as consequências de um país emergente ser considerado de primeiro mundo. A possibilidade, aliás, provocou uma onda de comentários positivos, deixando-o em evidência ao lado da China e da Índia como uma das grandes promessas da economia mundial. E até dois anos atrás era um fato.

O crescimento econômico e sua frágil estrutura

Com o crescimento econômico a todo o vapor nos últimos quinze anos, o Brasil experimentou um momento de plena ascensão, transformando-se em uma potência mundial em áreas como a automotiva, agricultura, audiovisual e até mesmo tecnológica. Aqui, se instalaram fábricas e empresas relacionadas às áreas citadas, expandindo a criação de empregos, desenvolvendo a economia das cinco regiões e, assim, evoluindo gradativamente, permitindo acesso a situações novas.

Porém, hoje, com o crescimento meramente exacerbado, o Brasil passa por uma crise cujos problemas são reflexos da economia mundial, em especial à Europa. Por sua vez, as medidas econômicas e escândalos relacionados à Petrobrás e políticos envolvidos em corrupção causaram o abandono do planejamento previsto, resultando em uma quebra na frágil estrutura econômica do país. Em consequência, a crise se instalou, elevando preços de moedas estrangeiras e de produtos relacionados.

Como enxergar o futuro

Com previsão de ser apenas o começo da crise, o Brasil passa por recorrentes processos de adaptação. Se por um lado custa acreditar que preços diminuirão e oportunidades voltarão a ocorrer em questões de trabalho, estudo e até mesmo entretenimento, por outro a melhor forma de enxergar o futuro é praticar constantes reflexões sobre processos de poupança e, sim, deixar de realizar grandes planos agora. O jeito é praticar o ato de prorrogar planos que necessitam de grandes orçamentos.

Se você tem um jeito diferente, que funcione e consiga ser aplicado a diversos orçamentos, conte para nós o que faz de seu planejamento financeiro algo a ser explorado e disseminado!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s