Nossos ciclos acabam e recomeçam e a Comunidade da Etec de Sapopemba cresce cada vez mais

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Por Denis Le Senechal Klimiuc

A Etec de Sapopemba está prestes a comemorar seus 10 anos de vida, o que significa que uma das grandes conquistas da Fazenda da Juta já está ficando grande. Desde sua inauguração, em outubro de 2007, a conquista pelos cursos, prédios bem instalados e iluminados, ambientes adequados ao aprendizado e tudo que faz os alunos e ex-alunos se orgulharem – tudo se tornou uma batalha atrás de outra.

Mas que bom que tudo se transformou, não é mesmo? A Etec de Sapopemba fechou este primeiro semestre de 2017 com 1308 alunos, o que significa que são, teoricamente, mais de 1300 famílias participando ativamente da vida de seus adolescentes e jovens adultos, cujos resultados dentro de sala de aula se refletem no sucesso no mercado de trabalho. E isso também é uma grande batalha.

Tudo se transforma no dia a dia da Etec de Sapopemba porque as batalhas dos professores, funcionários e alunos é genuína; a esperança por um futuro melhor não é apenas um velho clichê, mas sim a prática diante de tudo o que se espera ao sair de casa e vir ensinar, trabalhar, estudar… E tudo vale a pena justamente porque todo mundo luta pelo mesmo objetivo: a educação.

Os resultados no final de cada semestre – às vezes uma puxada de orelha – e a expressiva quantidade de ex-alunos que continuam visitando o ambiente significa que o sucesso desta empreitada que há quase uma década luta para crescer tem, sim, marcas profundas nas vidas daqueles que por aqui passaram, passam e passarão.

Se você fez ou faz parte desta história que está prestes a encerrar um ciclo, nós, da Etec de Sapopemba te agradecemos por sua participação em nossa luta por melhores ofertas de ensino. Se você quer ingressar em um de nossos cursos técnicos, seja bem-vindo! Esperamos por sua participação, pois ainda temos muita história para fazer.

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ALINE E JUNIOR: O CASAL DA ETEC DE SAPOPEMBA

Na Mosca Convida: Aline e Junior

Eu, Aline, iniciei meus estudos na Etec de Sapopemba em 2009, na primeira turma do Ensino Médio. Em 2010, quem ingressou foi o Junior. No ano que ele entrou na Etec, acabamos nos conhecendo, pois peguei amizade com algumas pessoas da sala dele, porém só nos cumprimentávamos em rodas de amigos e nos corredores da escola. Porém a nossa história iniciou para valer em abril deste mesmo ano, no passeio à Aldeia Indígena Krukutu. As nossas salas foram juntas, no mesmo ônibus. Eu com o pessoal da minha sala no fundo do ônibus e ele com a turma dele pra frente. Não demorou muito e nós que estávamos no fundo escutamos que alguém estava cantando e tocando nos bancos da frente. Eu, sempre muito curiosa, fui ver quem estava tocando e me deparei com ele tocando o violão e ao mesmo tempo cantando sertanejo. Ninguém estava sentado naquela área. Formou-se uma espécie de rodinha dentro do ônibus. Num certo momento, me soltei, foi quando o ônibus freou e eu quase cai, se não fosse por um detalhe, o Junior me segurou. Nesse momento houve a nossa primeira troca de olhares. Fiquei muito tímida por quase ter levado um tombo no meio de todo mundo, por ele ter me segurado e por aquelas trocas de olhares. Não pensei duas vezes e voltei ao meu lugar. Não demorou muito e ele estava sentado do meu lado.

Todos estavam na torcida para que a gente ficasse, mas eu estava resistindo. Na ida foi só conversas, já na volta ele insistiu para que ficássemos juntos e quase chegando à escola não resisti. Inicialmente houve pressão de todos, mas com o passar dos dias, continuamos ficando. Foi quando começamos um “namoro”. Eu conheci a mãe dele e ele conheceu a minha durante um minicurso, organizado pelo curso Técnico em Alimentos. Mas esse namoro não durou muito. Cerca de umas duas semanas aproximadamente. O legal foi que, terminando o namoro, a amizade permaneceu. E foi uma amizade muito bacana, pois conversávamos bastante. Ele me falava sobre o atual relacionamento dele e eu até conselhos pedia.

Em 7 meses de amizade, descobri que ele não estava mais namorando e foi quando nos aproximamos ainda mais. Cheguei a convidar ele e os pais dele para irem ver a peça de teatro que eu e toda a minha sala iríamos apresentar. Em novembro de 2010 era o aniversário da minha amiga, que até então era da sala dele. Organizei para ela uma festa surpresa com algumas pessoas da sala deles, incluindo ele. Essa amiga sempre torceu e fez de tudo para que nós ficássemos juntos. Enfim, depois da festa surpresa e do horário de saída da escola, eu teria que ir embora para almoçar e voltar para o técnico. Quando voltei, trouxe um pedaço de bolo para que ele levasse para a mãe dele. Desde a minha volta para a escola, até o momento que o sinal tocou, fiquei na Biblioteca com ele, pois ele estava aguardando o horário para ir para um curso que estava fazendo. Ficamos muito juntos, mãos dadas e aquele clima. Quando o sinal tocou e eu ia subir pra sala, ele tentou me beijar. No primeiro momento não aceitei, por causa da timidez, mas na segunda tentativa não resisti. A partir de então começamos a namorar de verdade.

Já passamos por muitas coisas juntos… Mas, muitas mesmo! Afinal, mais de 06 anos juntos, não é pouco! Em novembro de 2016 completamos 06 anos de namoro, porém com um detalhe… Dessa vez, casados. No dia 11 de Junho de 2016, às 12h, no Cartório de São Mateus, oficializamos nossa união, dizendo SIM um ao outro e nos casando oficialmente.

Essa é um pouquinho da nossa história. Os estudantes que iniciaram o namoro na Etec de Sapopemba e que hoje estão casados!!!

Aline Marchetti de Barros Freitas (Turma do Ensino Médio 2009 – 2011 e Ensino Técnico em Alimentos 2º/2010 – 2º/2011) e Aldemir Freitas Junior (Turma do Ensino Médio 2010 – 2012 e Ensino Técnico em Informática 1º/2011 – 1º/2012). #EtecdeSapopemba10anos

EU CONTAREI A HISTÓRIA DA MINHA VIDA. MAIS ESPECIFICAMENTE PORQUÊ ELA (RE)COMEÇOU. E SE VOCÊ ESTÁ LENDO ESTE TEXTO, VOCÊ É UM DOS PORQUÊS!

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Na Mosca Convida: Antonio e Paulline

O título pode parecer conhecido e não se remeta a uma história de amor. Mas, em meu caso, a escolha se encaixa perfeitamente. E, mais uma vez, dentro destes 07 anos de Etec de Sapopemba, é lá (ou aqui) que esta história acontece. Mas vamos pular a parte onde eu achei que minha vida havia acabado. Afinal, hoje é dia de falar sobre o amor!

29 de novembro de 2015 – Embora esta seja a data que marca nossas alianças, minha vida já havia mudado há um tempo! Não, eu não me lembro o dia. Mas me recordo do momento em que, de fato, eu não conseguiria mais esconder de ninguém que eu havia conhecido aquela pessoa que faria tudo ganhar sentido novamente! Após a notícia da chegada de uma nova pessoa para compor a equipe, mais especificamente a da Secretaria Acadêmica, eis que surge “Paulline Pacheco”… Cara de brava, poucas palavras, alguns sorrisos, mas dona do olhar mais encantador que eu já presenciei! E foi este olhar que, de fato, me fez enxergar uma nova vida que estava por vir.

Conversas vinham, conversas iam… E pouco a pouco já não era mais possível disfarçar que o Auxiliar Docente estava passando tempo demais na Secretaria Acadêmica (prezada Diretora, pular esta parte, por favor… kkkkk). Rendendo, claro, àquelas indiretas dos colegas e as brincadeiras dos “cupidos de plantão”. Foi um momento interessante, em relação à Etec de Sapopemba, pois foi neste período que o site da Instituição começou a ser remodelado, a fim de atender as necessidades da Comunidade Escolar e a nossa Página dentro da até então “novata” Rede Social –  Facebook – surgiu.

Passamos a criar um vínculo maior e próximo ao seu contrato junto à Etec se encerrar, resolvi tomar coragem e saber se ela gostaria de partilhar sua vida junto comigo. Para a minha surpresa, recebi o tão sonhado “sim” e desde então passamos a colecionar histórias e aprendizagens do que o convívio a dois proporciona. São exatamente 04 anos e 06 meses de convivência… “E o amor não é a mais fácil das coisas. É a única bagagem que você pode trazer. É tudo o que você não pode deixar para trás!” (Walk On – U2). O trecho desta música resume bem. Nem só de “alegrias” se faz uma história. Ainda mais de amor… Mas se você se permitir a enxergar o mundo com outros olhos que não sejam apenas os seus, haverá uma grande possibilidade de um crescimento pessoal e a descoberta da força que o amor tem (independentemente de qualquer coisa)!

Por fim, embora seja a nossa história bem resumida e contada por mim, sobre a minha vivência deste lindo fato, fica o nosso agradecimento a todas as contingências, ao destino, às forças sobrenaturais, Deus ou qualquer que tenha sido a mãozinha influenciadora que fez da Etec de Sapopemba o palco de uma dentre algumas outras histórias de amor! #EtecDeSapopemba10anos

Antonio Cavalcante Junior – Auxiliar Docente e Paulline Pacheco Alves – Ex-estagiária da Secretaria Acadêmica.

As simbólicas corujas da Etec de Sapopemba

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– As corujas que aqui habitam –

Por: Marcos Antonio de Araújo

Sendo influência da mitologia grega, Atena – Deusa da guerra e sabedoria – tinha uma coruja como mascote. Por consequência, muitas civilizações têm a coruja como símbolo da sabedoria. O curioso de toda esta história é que algumas delas fizeram morada no espaço propiciador do desenvolvimento do conhecimento: a Escola!

Elas fizeram brotar sua presença na Escola e marcaram simbolicamente e naturalmente o espaço onde outros passarinhos são ensinados a aprender voar. Aquele estandarte natural respira o vento das palavras que brotam dos céus das bocas. Convivemos, com elas todos os dias, pois elas existem para admirar o tempo que escorrega de nossas mãos e faz nascer em nossas cabeças, um fio de sabedoria de viver todos os dias!

Chegando, enfim, às metáforas de Platão, esta é a história de corujas que fizeram o ninho em nossa Escola. Que partilham um símbolo, de que não devemos esquecer de viver e conhecer a vida!

Sexo seguro e ponto final!

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Por Denis Le Senechal Klimiuc

Não há dúvidas de que sexo sem camisinha não é a melhor opção para quem não quer ter um filho neste momento ou, na pior das hipóteses, ganhar uma DST para jamais se esquecer. O prazer, nesse caso, vai por água abaixo e a lembrança torna-se cada vez mais amarga. Que tal, então, deixar a possibilidade de coisas ruins ou indesejadas ou inesperadas ou… Bom, você sabe: sexo seguro e ponto final!

Em São Paulo, cidade mais populosa do país, o índice de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), aumenta gradativamente com o passar dos anos, apesar de toda a informação disponível para prevenção, além de preservativos distribuídos em postos de saúde, escolas, hospitais e até mesmo em empresas e faculdades. Segundo um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, casos de Aids aumentaram 21,5% nos últimos 9 anos, resultando em alerta máximo contra essa doença, assustadora e devastadora há mais de 30 anos; são quase 107.000 pessoas vivendo com a doença somente em São Paulo.

No país, o Ministério da Saúde especulou que, até 2012, foram 656.701 casos da doença registrados, desde que passou a ser contabilizada, em 1980. Por outro lado, o país torna-se um dos principais combatentes à Aids, com campanhas e distribuição massiva de preservativos – este o meio mais barato e seguro de se proteger contra tal doença ou qualquer outra relacionada à prática sexual.

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Doenças que (infelizmente) não saem de moda

Aliás, além da Aids, o risco de transar sem camisinha é gigantesco também para adquirir outras Doenças Sexualmente Transmissíveis, como:

– Clamídia: tipicamente feminina, dá ocorrências de corrimento vaginal, sangramento, queimação ao urinar e dores, como no abdômen e lombar, além de febre e náusea constantes;

– Gonorreia: Pode não apresentar sintomas, mas, se transparecer, podem ocorrer dores ou queimações ao urinar, dor durante o ato sexual e infecções na garganta, olho e ânus, dentre outros sintomas.

– Sífilis: pode aparecer como apenas uma ferida, mas progride vagarosamente e culmina em feridas mais graves, pontos avermelhados, febre, perda de cabelos, dor de cabeça, perda de peso, dores musculares e cansaço, entre outros sintomas.

Lembrando que as doenças citadas acima são apenas o básico sobre tantas outras Doenças Sexualmente Transmissíveis. Se você tiver dúvidas ou apresentar algum sintoma citado, vá até o médico de sua confiança ou a um posto de saúde e procure por exames, além de realizar teste sanguíneo. Saiba que o crescimento vertiginoso de tantas doenças se apresenta na faixa etária na qual ocorrem as maiores descobertas sexuais: entre os 15 e os 24 anos. Por isso, se você é ou pretende ser sexualmente ativo, lembre-se de que a camisinha está em diversos lugares para ser colhida e usada. Com inteligência, é claro.

Não caia na armadilha de deixar o uso do preservativo para somente durante o ápice do ato sexual. Seja ele vaginal, anal ou oral, o sexo é sexo e os perigos ocorrem em todos os lugares. Já sabia disso, não é? Que bom! Então espalhe que o sexo deve ser seguro. E ponto final!

Kings of Juta – A música como ferramenta de um desenvolver-se mais HUMANO

Kings of Juta - Integrantes

Kings of Juta – Integrantes

Por Antonio Cavalcante

A Banda Oficial da Etec de Sapopemba: Kings of Juta (nome escolhido pelos alunos em votação realizada aqui no blog) é um Projeto desenvolvido pelo Prof. do Curso Técnico em Redes – José Renato e coordenado, juntamente, com o Auxiliar Docente – Antonio Cavalcante. Onde, por meio da música (mesmo que indiretamente) são trabalhados aspectos que passam longe de apenas pegar um instrumento, afiná-lo e tocá-lo.

À luz da Psicologia Social, como sendo uma das inúmeras teorias possíveis de se analisar e conceituar o que ocorre nesse meio, podemos discorrer sobre a formação de um Grupo Social. Haja visto que a banda é formada por alunos e funcionários (cada qual com suas características próprias, herdadas de suas histórias pregressas, trabalhadas e trazidas para as relações do dia a dia), agora, desempenhando os mesmos papéis sociais, desconfigurando o padrão ao qual estão “empregados”, onde os alunos desempenham os seus próprios e os funcionários assim também os fazem, o que podemos “tirar” disso? Há algo benéfico? Ou há apenas um momento onde todos se unem em prol de um ideal, doando aquilo que sabem fazer e que, trata-se de algo em comum entre todos, visto que o resultado final disso é a música… Resumindo: compartilham de um hobby?

O que ocorre nesse processo (da montagem de um setlist até os ensaios) é um conflito de individualidades. Como explica a Filósofa Silvia Lane: “O viver em grupos permite o confronto entre as pessoas e cada um vai construindo o seu “eu” neste processo de interação, através de constatações de diferenças e semelhanças entre nós e os outros”. E, por fim, quando diante do público, na hora de demonstrar tudo aquilo o que foi trabalhado, passa-se por uma relação público – banda, onde um determina o comportar-se do outro. Em outras palavras, o se comportar dos elementos da banda afeta o comportamento do público e vice-versa. Temos aí, o que na Psicologia Comportamental chamamos de Tríplices Contingências (Estímulo -> Resposta -> Consequência).

Por fim, não há como não dizer que não há algo benéfico. Um indivíduo, a partir do momento em que passa a desenvolver uma atividade que considere prazerosa, como tocar algum instrumento ou cantar (busquemos nos enquadrar nisso), ele se doará ao máximo para a mesma, onde um conjunto de características bio-fisio-sócio-psicológicas peculiares ao indivíduo vão sendo alteradas neste processo. E nesse alterar podemos, porquê não, dizer que ele passa a se desenvolver melhor e não vamos focar em seu papel “aluno”. Ele passa a se desenvolver melhor como SER HUMANO.

Parafraseando Mário Quintana: “As músicas não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. As músicas só mudam as pessoas.”

Sexo não é besteira!

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Por Denis Le Senechal Klimiuc

Sexo parece ser coisa de quem só pensa besteira, de quem parece viver na safadeza e, por isso, não pode ser considerado alguém normal. Mais do que algo profano ou indecente, sexo é uma das práticas físicas (e mentais, diga-se de passagem) mais naturais que o ser humano possui e, só por isso, já deveria fazer parte de muito mais rodas de discussão e conversas de fim de expediente do que faz. Por isso, o Na Mosca esclarecerá, neste texto, alguns aspectos importantes que você, eu e todos nós devemos saber.

Se você nunca fez, não pense que isso é a pior coisa do mundo. Sexo faz parte da vida, sim – é assim que conseguimos gerar nossos filhos, afinal de contas! – mas, além disso, é um processo que acompanha a vida de todo ser humano e, por isso, independente de qual cultura você está inserido, é algo que deve ser feito quando houver preparo. Por isso, nada de ir pela ideia de outras pessoas só para fazer acontecer!

Por outro lado, se você já fez, deve saber que existe algo além do prazer e carinho que há entre duas pessoas quando há sexo envolvido: sim, estou falando de proteção. Pois, infelizmente, há um jeito de atrapalhar muito a vida de uma ou mais pessoas quando não há o mínimo de responsabilidade em uma relação sexual e, por isso, torna tudo tão perigoso e até mesmo decadente.

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Pois transar sem proteção é bater na porta de diversas doenças que, muito piores do que o desespero de uma gravidez indesejada, torna a vida de quem a tem algo extremamente tênue, entre o possível fim e o aproveitamento da vida. Então, seja adepto daquele velho termo popularizado no filme “Sociedade dos Poetas Mortos (1989), quando o professor interpretado pelo saudoso Robin Williams profetizava nossos tempos com seu famoso “Carpe Diem” – e desde então aproveitar o dia deixou de ser algo banal e se tornou filosofia de vida das próximas gerações, como a minha e a sua.

Aproveite o dia, portanto, e seja consciente de seus atos. Seja você alguém que pratica sexo regularmente ou não, tenha consciência do valor que sua vida tem. Seja esperto e honesto consigo mesmo e respeite todas as possibilidades que seu futuro lhe reserva. Fazer sexo com proteção é, sim, resguardar toda a grandeza que seu futuro possui e, diante de tantas ameaças, como a Aids, que bate à nossa porta a todo momento, que tal usar a boa e velha camisinha e garantir o suspiro de prazer ao invés do desespero da preocupação?

Por isso, a Etec de Sapopemba dá alguns passos para você e oferece, em seu ambiente escolar, o suporte necessário para que Doenças Sexualmente Transmissíveis não aterrorizem sua vida – algo muito valioso para a escola. Você pode contar, desde o início da semana passada, com um repositório repleto de camisinhas para garantir a você a responsabilidade para o sexo ser ainda mais prazeroso. Afinal, nada de grilo em um momento tão importante como esse, né?!